segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

5º ANO

Vamos trabalhar o drama, o teatro.
Primeiro vamos falar um pouco sobre o teatro:
Há inúmeros links onde podemos encontrar.

História do teatro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ilustração de Konstantin Somov para "O Teatro" de Alexander Blok (1909).
O teatro surgiu a partir do desenvolvimento do homem, através das suas necessidades. O homem primitivo era caçador e selvagem, por isso sentia necessidade de dominar a natureza. Através destas necessidades surgem invenções como o desenho e o teatro na sua forma mais primitiva. O teatro primitivo era uma espécie de danças dramáticas colectivas que abordavam as questões do seu dia a dia, uma espécie de ritual de celebração, agradecimento ou perda. Estas pequenas evoluções deram-se com o passar de vários anos. Com o tempo o homem passou a realizar rituais sagrados na tentativa de apaziguar os efeitos da natureza, harmonizando-se com ela. Os mitos começaram a evoluir, surgem danças miméticas (compostas por mímica e música).
Com o surgimento da civilização egípcia os pequenos ritos tornaram-se grandes rituais formalizados e baseados em mitos. Cada mito conta como uma realidade veio a existir. Os mitos possuíam regras de acordo com o que propunha o estado e a religião, eram apenas a história do mito em ação, ou seja, em movimento. Estes rituais propagavam as tradições e serviam para o divertimento e a honra dos nobres. Na Grécia sim, surge o teatro. Surge o “ditirambo”, um tipo de procissão informal que servia para homenagear o Deus Dioniso (Deus do Vinho). Mais tarde o “ditirambo” evoluiu, tinha um coro formado por coreutas e pelo corifeu, eles cantavam, dançavam, contavam histórias e mitos relacionados a Deus. A grande inovação deu-se quando se criou o diálogo entre coreutas e o corifeu. Cria-se assim a acção na história e surgem os primeiros textos teatrais. No início fazia-se teatro nas ruas, depois tornou-se necessário um lugar. E assim surgiram os primeiros teatros.
Depois, poderemos brincar de caras e bocas:
Os alunos se sentarão, um na frente do outro e cada um deverá fazer uma expressão para 
que o outro copie: tristeza, alegria, ódio, saudade, amor, temor, solidariedade, emoção pela 
chegada de um parente distante de quem se gosta, emoão por alguém de quem não se gosta, etc...
Depois dessa brincadeira, os alunos poderão desenhar vários tipos de expressão, trabalho que pode
 ser feito em uma única folha, formando uma montagem (fica bem legal)
Solicitar que na próxima aula tragam material para confeccionar máscaras de bexiga:
1 bexiga (ou balão)
jornais velhos
1 caneta
tinta guache de várias cores
enfeites: lá, retalhos de tecido ou de crepon
botões, brincos velhos, etc
cola e tesoura
Modo de fazer:
 Encha uma bexiga do tamanho que você queira fazer sua máscara, amarre para que o ar não saia.
  Rasgue o jornal em pedaços não muito 
grandes, 3 cm x 3 cm mais ou menos.
  Passe cola nos pedaços de jornal e vá 
cobrindo a bexiga. Faça no mínimo 6 camadas.
  Assim que você terminar uma camada, 
faça riscos com caneta (isso é para você se certificar 
  de que, na camada seguinte, você preencherá com jornal até que as linhas tenham sido cobertas
 por completo).
  Espere secar por dois dias, depois fure a 
bexiga e retire de dentro da máscara.
  Pinte com látex branco (duas demãos).
  Pinte o rosto na máscara, coloque cabelos 
e enfeites.
  
Você poderá transformar a cabeça do boneco em duas máscaras, basta cortar a cabeça
 ao meio e fazer a abertura dos olhos com tesoura ou estilete.
Lembrar aos alunos de que o mais importante são as expressões de cada máscara.
Após esse trabalho, eles poderão criar pequenos textos, em grupos de três ou quatro, e encenar
com as máscaras.

  
  

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